“Fotografia tirada com celular fica meia-boca.”“Fotógrafo sério não faz foto para a internet.” O paulistano Mike Krieger, 25 anos, residente na Califórnia, ajudou a derrubar todos esses mitos com o Instagram, lançado em outubro de 2010 para o iPhone. Por meio do aplicativo, baixado gratuitamente na Apple Store, o usuário pode fotografar, dar 11 tratamentos diferentes e publicar as imagens em sua conta. O programa funciona como rede social: os cliques são compartilhados com seguidores, que podem “curti-los” e postar comentários. Os filtros alteram cores, contraste e luz. Assim, fotos banais ficam lindas sem nenhum esforço e ainda podem ser realçadas com a ajuda de dezenas de apps para tratamento de imagem.

Veja o álbum com fotos dos ensaios de Ricky Arruda no Instagram.

O Instagram tornou-se um sucesso imediato: horas após o lançamento, chegou ao topo da lista dos mais baixados na Apple Store. Em julho, atingiu a marca de seis milhões de usuários e 100 milhões de fotos compartilhadas. Até o fim do ano, o aplicativo deve chegar ao Android. Um objetivo Krieger já alcançou: deixar-nos ainda mais dependentes do celular. “Instagram é um vício”, alerta o advogado Ricky Arruda, usuário inveterado e autor de algumas das fotos que ilustram esta reportagem.

Leia reportagem completa na ALFA de agosto. Nas bancas e no iPad.

(Imagens retiradas do Instagram do fotógrafo profissional Daniel Aratangy e do advogado Rick Arruda)