Estou sentada em silêncio no canto da mesa. Uso vestido, salto alto e maquiagem. Participo de uma reunião sobre um filme. Sou a namorada do ...
Bastam um olhar e um decote. Alguns ainda dificultam um pouco, esperando uma ou outra piadinha mais elaborada. Mas a maioria topa mesmo sem esforços cerebrais.
A conclusão a que chegamos, cinco garotas e três rapazes, no domingo de manhã, após uma surubeta (suruba fora de época – fizemos essa piada e adoramos), é que há alguns princípios fundamentais para uma sacanagem grupal saudável.
Faço ponte aérea toda semana. Criei fobia de aeroporto, de aeromoça, de saquinho de vômito, daquela descarga supersônica do banheiro do avião, dos engravatados cheios de pigarros colados a mim na cadeira, dos atrasos, das 897 trocas de portões de embarque
Ele me vê numa festa e consegue meu telefone com uma amiga. Me liga a seco: “gostei de você”. Estremeço. Nem sei que sensação é essa. Ou melhor: não lembro. Como assim, você simplesmente pega meu telefone e...? “Eu gostei de você, quero te ver e nós vamos jantar amanhã. Te pego às 9 horas e vamos num restaurante que abriu aqui perto.